Essa é uma das queixas mais frequentes no consultório. Profissionais ativos, que treinam, trabalham muito, produzem — mas vivem cansados.
O problema é que cansaço virou algo "aceitável". A maioria já fez exames básicos e ouviu: "Está tudo normal." Mas normal de laboratório nem sempre significa adequado para sua fisiologia.
Cansaço persistente pode estar ligado a:
- Resistência insulínica
- Alterações hormonais
- Distúrbios do sono
- Inflamação metabólica
- Estresse crônico
- Perda de massa muscular
Quando o corpo permanece sob estresse prolongado, o impacto atinge energia, foco, libido e composição corporal. Não é falta de disciplina. É desorganização fisiológica.
O erro é tentar compensar com estimulantes, café excessivo ou apenas "força de vontade". Quando investigamos com profundidade, quase sempre encontramos uma causa. E quando corrigimos a causa, o paciente percebe que o problema nunca foi falta de disposição — era falta de estratégia.
Se você sente que sua energia não acompanha sua rotina, talvez não seja hora de se cobrar mais. Talvez seja hora de investigar melhor. Uma avaliação estruturada costuma revelar o que exames superficiais não mostram.